12 COISAS SOBRE RACHEL DE QUEIROZ QUE VOCÊ PROVAVELMENTE NÃO SABE





A jornalista, tradutora e escritora Rachel de Queiroz nasceu na cidade de Fortaleza em 1 910 e faleceu no Rio de Janeiro em 2003.

 

Rachel era filha de Daniel de Queiroz Lima e Clotilde Franklin de Queiroz. Era descendente do escritor José de Alencar pelo lado materno.

 

Em 1 915, em virtude de uma seca devastadora, mudou-se com os pais para o Rio de Janeiro. A seca inspirou Rachel a escrever um dos seus mais notórios livros: O Quinze.

 

História de um Nome, seu primeiro romance, foi lançado em forma de folhetim.

 

Assim como muitos escritores, Rachel foi perseguida pela ditadura de Getúlio Vargas. Além de presa sob a acusação de ser comunista, teve vários livros queimados.

 

Rachel foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras.

 

Foi também a primeira mulher a receber o prêmio Camões, oferecido pelos governos do Brasil e Portugal para aqueles que tem contribuído para o enriquecimento literário da língua portuguesa.

 

Escreveu crônicas para a antiga revista O Cruzeiro durante 30 anos.

 

O romance As Três Marias foi adaptada para a TV no início dos anos 80 como uma novela de mesmo nome. As protagonistas foram interpretadas pelas atrizes Glória Pires, Nádia Lippi e Maitê Proença.

 

Nos anos 1 990, foi a vez do livro Memorial de Maria Moura ser levado para a TV. Na minissérie de mesmo nome, a personagem principal foi interpretada por Glória Pires.

 

A adaptação cinematográfica de O Quinze foi lançada nos anos 2 000. Antes de ser concluído, o roteiro passou por cinco versões. A própria Rachel chegou a lê-lo e dar opiniões. Detalhe: o filme foi concluído na mesma ocasião da morte da escritora.

 

Como tradutora, Rachel verteu para o português livros de Emily Brönte, Erich Maria Remarque, Honoré de Balzac, Jane Austen, Fiodor Dostoiévski, Agatha Christie e Jack London, entre outros.

 

Fontes: Wikipédia, Memória Globo, Adoro Cinema.


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