15 COISAS QUE CHAMAM A ATENÇÃO DOS BRASILEIROS NAS RUAS DO CANADÁ





Termômetros enlouquecidos. Em Toronto, por exemplo, a temperatura pode variar entre 40º Celsius no verão e -33º Celsius no inverno, uma diferença de mais de 70º.

 

Túneis. Montreal, na província de Quebec, é uma cidade quase que totalmente ligada por túneis. A cidade possui a mais extensa rede de túneis do mundo. É possível ir ao shopping, ao escritório ou escola sem sair ao ar livre. Estima-se que 500 mil pessoa circulem diariamente pelos túneis de Montreal. O motivo está nos invernos com temperaturas normalmente abaixo de zero.

 

Estrangeiros, muitos estrangeiros. Grande parte da população canadense nasceu em outro país. Em Vancouver, cerca de 50% da população nasceu em outro país. Toronto possui comunidades de cerca de 170 nacionalidades.

 

Chineses. O Canadá recebeu milhares de imigrantes vindos desse país asiático – principalmente em Vancouver e Toronto –, tanto que um dos sobrenome mais comum por lá é Li.

 

Informes bilingues. Como o Canadá possui dois idiomas oficiais, é possível encontrar “em algumas cidades” na divisa entre as províncias de Ontário e Quebec anúncios, letreiros e guias turísticos em francês e inglês. É caso de Ottawa, a capital do país, onde até menus dos restaurantes são em dois idiomas. Aliás, os rótulos dos produtos comprados nos supermercados também costumam ser bilíngues.

 

Sets de filmagem. A indústria cinematográfica local é muito desenvolvida. Toronto, assim como Vancouver, é constantemente usada como cenário de filmes/séries (inclusive para retratar cidades norte-americanas como Nova York).

 

Segurança. Uma das coisas que mais chamam a atenção dos brasileiros que viajam pela primeira vez a Toronto (e ao Canadá de modo geral, é claro) é a segurança. Além de deixar portas e janelas abertas, as pessoas costumam “largar” coisas no jardim: bicicletas, carrinhos de bebê, brinquedos… Ninguém se preocupa com assaltos.

 

Bondes. Cidades grandes como Toronto possuem diversas linhas de bonde, um tipo de transporte raro nas ruas brasileiras. Trafegar pela King Street e Adelaide Street, ambas nessa importante cidade canadense, é cruzar com os trilhos dos bondes vermelhos, que muito lembram o transporte da São Paulo de antigamente.

 

Ciclovias. Embora não sejam comuns nas pequenas e médias, as ciclovias fazem parte da paisagem das grandes cidades canadenses. Em Toronto, por exemplo, as bicicletas são quase onipresentes. Grades para “encostar” esse tipo de veículo podem ser encontrados em quase todas as principais avenidas.

 

Mão e contramão de pedestres. As pessoas costumam andar pelos mesmos lados das calçadas, como automóveis obedecendo as mãos nas estradas. Raramente alguém anda no meio. Isso ocorre para não atrapalhar pedestres que eventualmente podem estar com pressa.

 

Calçadas limpas. Seja em Montreal, Quebec, Toronto ou Vancouver, as calçadas são extremamente limpas. O turista brasileiro costuma ficar impressionado com isso, pois em nada lembram as ruas do Centro de São Paulo ou Rio de Janeiro, onde as pessoas costumam descartar resíduos sem se importar com a limpeza pública.

 

Lojas Dollarama. Imagine uma rede de lojas do tipo $ 1,99 com milhares de produtos. Assim é a Dollarama, uma rede muito comum nas cidades grandes e médias do país. São centenas de lojas espalhadas pelo território canadense. Outras redes onipresentes são a WalMart (supermercados), Winner (loja de departamentos), The Bay (loja de departamentos), Indigo (livraria) e Purdy’s (chocolateria).

 

Lojas de donuts. O norte-americano Homer Simpson se sentiria em casa se fosse visitar o Canadá. Como fã de donuts, ele encontraria esse tipo de doce em tudo quanto é lugar. Os canadenses são loucos por donuts.

 

Bebidas. Na verdade, você NÃO encontrará pessoas bebendo nas ruas. Consumir bebidas alcoólicas é terminantemente proibido em quase todo o país. Quem for pego com uma latinha de cerveja no bico pode levar multa.

 

Acessibilidade. Os brasileiros recém-chegados tem a impressão de que o Canadá possui mais portadores de deficiência do que no Brasil, pois eles são vistos em todos os lugares. Mas a verdade é que a acessibilidade é maior, o que torna os deficientes mais independentes. Rampas para cadeiras de rodas, portas de prédios públicos largas, sinalização para deficientes visuais são quase onipresentes nas cidades canadenses.

 

 


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