16 FATOS INTRIGANTES E CURIOSOS SOBRE O SANTO SUDÁRIO





O Sudário de Turim ou Santo Sudário está exposto na catedral de Turim, capital e maior cidade da região de Piemonte, na Itália. Turim possui em torno de 2 milhões de habitantes em sua área metropolitana. É conhecida por ser a sede mundial da fabricante de automóveis FIAT.

O Sudário é um tecido de linho com manchas de água, sangue e tecido queimado com 4,36 metros de altura e 1,10 metro de largura.

O Sudário é conhecido por estampar a imagem de um homem de barba e aparentemente com sinais de crucificação. Para os devotos, ele teria envolvido o corpo de Jesus depois que foi retirado da cruz.

A primeira menção ao Sudário data de 1 389 quando, em uma carta ao papa Urbano VI, um bispo francês chama a atenção para o tecido. Ele destaca: “As pessoas insistem que se trata do Sudário, mas sei que o linho foi pintado à pena”.

O detalhe é que durante a Idade Média adorava-se qualquer objeto que tivesse relação com a história e o corpo de Jesus. Diversas comunidades afirmavam abrigar essas supostas relíquias. A manjedoura era propriedade da igreja de Santa Maria Maior, em Roma. A basílica de São João Latrão, também em Roma, dizia ser proprietária do “umbigo sagrado” e do “prepúcio divino”. O chicote que supostamente teria açoitado Jesus estava na Basílica de São Bento, na cidade de Subiaco. Isso sem esquecer os espinhos da coroa, que estavam espalhados pelos mais diferentes lugares.

O Sudário andava um tanto esquecido até que, em 1 898, o fotógrafo italiano Secondo Pia descobriu, mais propriamente no momento em que examinava um negativo de uma foto da relíquia, uma imagem super nítida de um homem nu e barbado.

Cerca de 80 anos depois, o Sudário foi minuciosamente examinado por uma equipe de pesquisadores de diversas partes do mundo. Foi uma decepção para os seus devotos. Os testes de carbono 14 revelaram que o tecido teria sido produzido entre os anos de 1 260 e 1 390. Mas…

Outra análise revelou ter sido o tecido provavelmente produzido entre os anos 300 e 400 da nossa era, não menos que isso.

A imagem vista no Sudário revela cicatrizes nos pulsos, o que bate com a teoria de que as pessoas condenadas à crucificação eram feridas com pregos – e provavelmente pregadas à cruz – nesse ponto. O condenado não poderia ser sustentado pelas palmas das mãos porque elas não aguentariam o peso do corpo pendurado na cruz. Esse é o primeiro mistério do Sudário.

Após uma análise minuciosa, um químico norte-americano mostrou que o tecido possuía moléculas liberadas pelo organismo em situações de stress, além de líquido pleural. A pleura é uma membrana que recobre o pulmão pelo lado de fora. Esse líquido teria provavelmente jorrado por um ferimento no peito. Esse é o segundo mistério.

Um criminologista suíço afirmou ter descoberto no tecido pólen de 47 plantas que existiam na Palestina na época em que Jesus teria vivido. É o terceiro mistério.

Um estudo feito com técnicas de relevo fotográfico levou os cientistas a concluírem que o homem do Sudário possuía em torno de 1,80 metro de altura e aproximadamente 37 anos de idade. O quarto mistério.

Uma das hipóteses sobre a origem da figura afirma ser ela uma pintura. O problema é que se trata de uma imagem tão cheia de minúcias – marcas de sangue do tipo AB, por exemplo – que só mesmo um super gênio da Idade Média poderia tê-la forjado.

Outra hipótese afirma ser a imagem resultado do processo natural de descoloração das fibras. Ela é uma das mais contestadas pelos cientistas.

A terceira hipótese é ainda mais incrível. Segundo ela, a imagem foi formada por algum tipo de energia vinda de uma pessoa. Um dos cientistas que pesquisaram a relíquia, segundo algumas fontes, teria dito que “as camadas superiores do tecido teriam sido queimadas por uma explosão de ‘energia radiante’ que partiu do próprio corpo”.

O Vaticano mantém uma opinião neutra em relação ao assunto, embora tenha sido o Sudário recentemente venerado pelo papa Francisco.

Fontes: Wikipédia, BBC Brasil, Mundo Estranho, Super Interessante, G1.


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